TRAJETÓRIAS

O Instituto Candeeiro nasce e se alumia das relações construídas entre pessoas de lugares diferentes e com trajetórias diversas, mas que se encontram para, na transformação de si, fortalecer transformações coletivas assentadas na reciprocidade, na partilha e na solidariedade. A Rede Candeeiros é, assim, parte do nosso “Colaboratório” enquanto um espaço de encontros para que, a partir deles, possamos tecer relações e entrelaçar sonhos com mãos e braços.

Mas como apontar o novo sem chegar? Os encontros se dão no encruzar de trajetórias e são elas que aqui entoamos para deixá-las seguir.

Sinta-se bem vinda(o) e convidada(o) a compartilhar também a sua. Deixemos acenderem os candeeiros.

Paulista que se mudou para Brasília há pouco mais de 10 anos. Após a conclusão do curso de Arquitetura e Urbanismo, começou a trabalhar com política pública, especialmente, na interface entre as áreas de planejamento urbano e cultura e realizou um mestrado no tema. Além de sócio-fundador do Instituto Candeeiro, atualmente concilia a atuação no Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/DF), no Núcleo DF Metropolitano do BrCidades e na Agenda Popular do Território.
Carioca de nascença e candango por criação, físico de formação e professor por opção. Leciono na Rede Pública de Educação do Distrito Federal e encontrei o amadurecimento como cidadão no espaço e nas vivências da escola. Nesse lugar também tive gratas experiências na gestão escolar como Supervisor Pedagógico, Vice-Diretor e Diretor. Atuando na Educação de Jovens e Adultos - EJA, tive contato com realidades de pessoas que tiveram suprimidos seus direitos por uma educação na idade própria e que se
Como filha de mulheres educadoras, transito por este chão na Universidade Federal de Sergipe: ouço e sigo as narrativas femininas, suas corporalidades. Mas, também, venho de família de cozinheiras, ligadas às práticas populares e que formaram nossa cozinha tão particular. Sendo assim, das ervas e misturas transmitidas de tempos imemoriais, tenho me debruçado por ser aprendiz das práticas culinárias, suas narrativas e gestuais. É assim que me vislumbro nesta eira do Instituto Candeeiro, colaborando com esses caminhos.
Professor de Língua Portuguesa e mestre em Literatura Brasileira, este brasiliense teve importante parte de sua atuação profissional vinculada ao jornalismo, principalmente voltado à temática cultural. A partir de 2009, passou a contribuir em projetos de comunicação e mobilização social para área governamental e também na sociedade civil. Nos últimos anos, vem se dedicando à pesquisa e mobilização nas interfaces entre Cultura, Educação e, mais recentemente, envolveu-se também com a Assistência Social, em especial políticas que contemplem a infância e
Agricultora Agroecológica, Educadora Popular, mãe, avó. Gestora do Sítio Ágatha - um espaço de agroecologia militante e de feminismo negro no assentamento Chico Mendes l, em Tracunhaém, Zona da Mata norte de PE, território de retomada ancestral e materna pra Luíza, sendo elas a quarta, quinta e sexta geração de Mulheres Negras seguestradas do Povo Nbundo em África. Luíza nasce em Casa Amarela, no Alto da Serrinha - Quilombos Urbanos. Inicia aí sua militância antirracista e de educação popular. Depois
"Entrelaçando mundos, desbravando caminhos e realizando sonhos. Foi assim que cheguei ao Instituto Candeeiro." Iniciei minha caminhada como educadora na pastoral da criança, no centro de SP. Cursei Psicologia desejando, um dia, ser bálsamo e poder minimizar os diversos sofreres com os quais me deparava. Aprofundei meus estudos em Psicologia Social, junto a mulheres da periferia da grande São Paulo, período em que ousávamos organizar o cotidiano de trabalho nas bases da autogestão. Em processos organizativos de lutas por direitos,
Sou Kelly Cristina Alves, e no cerrado, no coração do Brasil, Muito vivi e aprendi com a educação popular. Pra começar, com meus pais nordestinos, Com sua vida retirante do Rio Grande Norte, Que vieram pras terras do Goiás a sorte arriscar. O tempo foi passando, E cheguei na tal Casa da Juventude Pe. Burnier. Ai meu mundinho se abriu Para América Latina, Pachamama e whipala. Me banhei na ameríndia De Paulo Freire, Jose Marti a Mariategui, Caminhando e cantando,
Sou indígena da etnia Kapimawá. Nasci em uma mata de nome Mata do Cachimbo em meio a uma tempestade de chuva, com relâmpago e trovão; com a minha mãe só tinha o papai, que serviu de parteiro. Acho que nasci pra guerrear. Perdi minha mãe aos 10 anos de idade e precisei trabalhar, ainda criança, para sobreviver. Estudei, fiz magistério, Licenciatura em Educação Intercultural Indígena, lecionei durante 33 anos. Faço parte do Movimento de Mulheres Indígenas de Pernambuco; sou Liderança
Mulher, Historiadora, Professora de História e Filosofia, Educadora Popular e ativista. Nasci na zona rural de uma cidade do interior de Pernambuco, marcada pela desigualdade social e ancorada pelo colonialismo e isso intensificou em mim a exigência de justiça social. Escolhi a educação integral, integrada e integradora como estrada, e acredito no espaço educativo que permita transgressões, um movimento de ir contra as fronteiras e para além delas. Atualmente Professora da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda, integrante do Comitê
Nascida na periferia do interior paulista, cresceu entre a zona rural e urbana, conhecendo as distintas realidades, suas potências e dificuldades. Psicóloga socioambientalista com atuação na perspectiva da educação popular, desenvolveu trabalhos em diversos estados do país, com educadores ambientais, grupos da cultura popular, associação de moradores quilombolas, assentados de movimentos agrários, comunidades de cortiços e bairros pauperizados, gestores e educadores das redes municipais e estaduais de São Paulo e do Ceará. Desenvolveu projetos de planejamento territorial em espaços urbanos
Historiador, professor de história na Rede Pública de Educação do estado de Pernambuco e educador popular. Vem atuando em pesquisas e projetos em educação e cultura, memória, patrimônio, história pública, ensino de história e museologia social. Natural do Recife, é filho do poeta, cordelista, xilogravurista e mamulengueiro Meca Moreno e assim teve como berço a cultura popular. É músico e compositor, participando de variados grupos culturais em pernambuco, tais como o Maracatu de Baque Solto Cruzeiro do Forte, Boi Marinho,
Educadora social, atualmente trabalha com adolescentes em situação de vulnerabilidade e em cumprimento de medidas socioeducativas. Possui conhecimentos em processos gerenciais e desenvolvimento de projetos de artes, educação e cultura, além de habilidades em comunicação não violenta e arteterapia. Cursando filosofia na Universidade de Brasília, vem buscando aprofundar seus estudos nas áreas de direitos humanos e gênero.
Nascida e criada em Recife, formada em Administração de empresas, porém sempre chamada às causas sociais e à interculturalidade. Dessa forma, após breve período na Itália, voltei com o foco no terceiro setor e cultura popular, tendo passagens pelas áreas administrativas de organização urbana, direito à cidadania e agroecologia. Desde 2019 contruindo o resgate e fortalecimento da cultura de povos originários ao lado do povo Kapinawá da aldeia malhador.
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Produtor digital há mais de 30 anos trabalho principalmente para organizações comprometidos com impactos positivos para as comunidades onde atuam. Desde 2010 integro a rede de cultura a partir de minha atuação com projetos de formação em comunicação livre nos Pontos de Cultura do Distrito Federal.

Fred Vázquez